Que ainda se misturam as lagrimas que de meu rosto caia;
A pele ruborizada se ausenta, a cor vagarosamente partia.
Esvai-se também naquele momento;
Toda dor e sofrimento que a muito sentia.
Adeus medo, adeus dor;
Despeço-me de tudo que me consumia;
Bem vinda, oh! Sombra da morte.
Há muito tempo a esperava;
E você a mim resistia.
Livra-me dá angustia e do sofrer;
Vou contigo e deixo aqui; toda essa agonia.
Essa frase escrita com sangue no espelho;
Contrasta com a palidez do meu corpo;
Que no chão do banheiro, imóvel se via.
Entre borrões e manchas escritas no vidro se lia:
Cansei de estar sempre sozinho; vou fazer-lhe companhia.








